Florais: Bach, Saint Germain e Californiano

“Nas plantas, as flores são a parte mais sutil e evoluída, concentrando-se nelas todo o energismo do fluido vital. É a flor o órgão de fertilidade na planta, por concentrar nela a essência sublimada de toda a energia vegetal, sendo o máximo da expressão evolutiva nesse reino da natureza.

A energia eletromagnética e o fluido vitalizante são canalizados, por processos naturais, para o delicado tecido floral, as pétalas. Quando se realiza a preparação das essências, os raios solares filtrados através das pétalas transmutam as energias etéricas das plantas e o alto padrão magnético encontrado nas flores, que já trazem seu magnetismo próprio, misturam-se às propriedades da energia solar, combinando diversas reações moleculares, na constituição etérica do medicamento.

Ao serem os florais ministrados às pessoas, o quantum energético das flores promove a interação das energias do soma e do duplo etérico, passando pela corrente sanguínea e atuando logo em seguida, nas células nervosas, produzindo uma reação em cadeia que atinge os estados emocionais por intermédio dos chacras.

Após atingir o sistema de distribuição energética entre os diversos chacras, o fluido vital atua nos meridianos, e destes é transferida a sua ação, de forma mais intensa, para as camadas, mais materializadas do psicossoma ou períspirito, no fenômeno conhecido como repercussão vibratória.

A ação do floral é totalmente magnética e etérica, e a resposta dessa atuação é o restabelecimento emocional da pessoa, o que produz efeitos mais ou menos intensos conforme a vibração mente-emotiva de cada um.”

Espirito Joseph Gleber, psicografado por Robson Pinheiro

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